
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
X DIA DE CAMPO DA RAÇA JERSEY DE RIBERÃO PRETO E REGIÃO
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Danitiele (Formada em Zootecnia pela UNESP- Câmpus de Jaboticabal - Pós-Graduada em Segurança e Controle de Qualidade dos Alimentos - FAMERP)
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Separação do bezerro: uma prática evoluída
(Artigo editado na revista Balde Branco)
Se existe um conceito difícil de ser discutido e introduzido na fazenda leiteira brasileira, este é o da separação do bezerro após o parto. É o que pode ser comprovado quando o tema é apresentado para produtores, técnicos e até para pessoas desvinculadas da atividade rural.
Algumas reações contrárias à proposta são justificadas pelo fato de os rebanhos serem constituídos de matrizes mestiças de Zebu, que não aceitam produzir leite sem a presença do bezerro ao pé, indicando desconhecimento de técnicas de manejo por parte do produtor, que possibilitem a retirada da cria. Os adeptos do bem-estar animal, por outro lado, argumentam que o ato não é natural e provoca sentimento de mal-estar e infelicidade na mãe e no filho, atribuindo sentimentos humanos aos bovinos. A realidade encontrada no País é que a grande maioria das propriedades opta mesmo por aleitamento natural, mantendo o bezerro junto à mãe por toda a lactação. Dados de levantamentos de campo realizados em vários Estados revelam que menos de 9% das propriedades adotam aleitamento artificial, ou seja, o bezerro deixa de mamar na mãe e recebe a dieta líquida em baldes ou mamadeiras, uma prática consagrada em fazendas leiteiras de regiões de pecuária evoluída. Isso possibilita a racionalização da ordenha, economia e também condições mais favoráveis para a criação do bezerro.
O aleitamento natural existe desde que o homem domesticou a vaca leiteira. Inscrições em tumbas de faraós egípcios, gravuras indianas de épocas remotas, pinturas europeias da idade média e fotografias antigas mostram bezerros ao pé da vaca para atividades de ordenha. A prática é ainda mantida em larga escala em regiões atrasadas da África, Ásia, América Latina e Oceania, que utilizam sistemas rudimentares de manejo e desconhecem conceitos tecnológicos. Prevaleceu durante um longo período também em regiões, hoje, consideradas desenvolvidas, ou seja, até que a produção de leite deixou de ser conduzida como arte e passou a ter como base informações científicas, o que ocorreu a partir da Revolução Industrial e, mais intensamente, nos primórdios do século XX. Conhecimentos sobre fisiologia da lactação e nutrição de bezerros pré-ruminantes possibilitaram a introdução de aleitamento artificial com desmama precoce. O uso do leite de maneira liberal para a criação do bezerro é desnecessário e seu uso limitado ou a substituição por sucedâneos possibilita economia real, sem prejuízo do bezerro. O leite é um alimento muito caro e pode ser substituído por sucedâneos, volumosos e concentrados mais baratos.
Além da redução significativa no custo da alimentação das crias, a separação do bezerro permite também eliminar o macho do sistema, porque, se vendido na hora da desmama, normalmente não consegue pagar os 400 a 600 litros de leite que consumiu da mãe no período de lactação.
A perda de renda nas fazendas leiteiras brasileiras é considerável, pois num exercício simples de simulação, se estima que de 5 a 6 milhões de machos chamados leiteiros são alimentados com leite por ano, o que representa uma perda de receita para o setor leiteiro equivalente a pelo menos 2,5 bilhões de litros de leite no período. O aproveitamento desses animais para a produção de carne, se fosse viável, deveria ser baseado em aleitamento artificial com sucedâneos e desmama precoce, como ocorre em regiões desenvolvidas.
Os benefícios do aleitamento artificial aparecem também no início da vida, pois pesquisas revelaram que, deixados com as mães, 25% dos recém-nascidos não ingerem colostro nas primeiras 24 horas de vida, fato que prejudica a transferência de resistência para a cria, porque à medida que o tempo passa, ocorre perda de imunoglobulina no colostro (27% em 10 horas) e capacidade de absorção pelo intestino.
Nem sempre a quantidade recomendada de 3 litros de colostro de boa qualidade, nas primeiras 6 horas de vida ou 7 litros em 24 horas, é observada quando o bezerro permanece com a mãe. Além desses aspectos, se o bezerro consumir sujeira na tentativa de mamar será muito prejudicado pela ingestão de microorganismos patogênicos num momento da vida em que o intestino está “aberto” para absorção de moléculas protéicas maiores.
Por todos esses fatos, se recomenda, hoje, o fornecimento forçado de colostro logo após o nascimento e a manutenção de banco de colostro congelado de boa qualidade para garantir sobrevivência e bom desenvolvimento inicial do bezerro.
Vidal Pedroso de Faria é professor da Esalq-Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e membro do conselho editorial de Balde Branco.
Se existe um conceito difícil de ser discutido e introduzido na fazenda leiteira brasileira, este é o da separação do bezerro após o parto. É o que pode ser comprovado quando o tema é apresentado para produtores, técnicos e até para pessoas desvinculadas da atividade rural.
Algumas reações contrárias à proposta são justificadas pelo fato de os rebanhos serem constituídos de matrizes mestiças de Zebu, que não aceitam produzir leite sem a presença do bezerro ao pé, indicando desconhecimento de técnicas de manejo por parte do produtor, que possibilitem a retirada da cria. Os adeptos do bem-estar animal, por outro lado, argumentam que o ato não é natural e provoca sentimento de mal-estar e infelicidade na mãe e no filho, atribuindo sentimentos humanos aos bovinos. A realidade encontrada no País é que a grande maioria das propriedades opta mesmo por aleitamento natural, mantendo o bezerro junto à mãe por toda a lactação. Dados de levantamentos de campo realizados em vários Estados revelam que menos de 9% das propriedades adotam aleitamento artificial, ou seja, o bezerro deixa de mamar na mãe e recebe a dieta líquida em baldes ou mamadeiras, uma prática consagrada em fazendas leiteiras de regiões de pecuária evoluída. Isso possibilita a racionalização da ordenha, economia e também condições mais favoráveis para a criação do bezerro.
O aleitamento natural existe desde que o homem domesticou a vaca leiteira. Inscrições em tumbas de faraós egípcios, gravuras indianas de épocas remotas, pinturas europeias da idade média e fotografias antigas mostram bezerros ao pé da vaca para atividades de ordenha. A prática é ainda mantida em larga escala em regiões atrasadas da África, Ásia, América Latina e Oceania, que utilizam sistemas rudimentares de manejo e desconhecem conceitos tecnológicos. Prevaleceu durante um longo período também em regiões, hoje, consideradas desenvolvidas, ou seja, até que a produção de leite deixou de ser conduzida como arte e passou a ter como base informações científicas, o que ocorreu a partir da Revolução Industrial e, mais intensamente, nos primórdios do século XX. Conhecimentos sobre fisiologia da lactação e nutrição de bezerros pré-ruminantes possibilitaram a introdução de aleitamento artificial com desmama precoce. O uso do leite de maneira liberal para a criação do bezerro é desnecessário e seu uso limitado ou a substituição por sucedâneos possibilita economia real, sem prejuízo do bezerro. O leite é um alimento muito caro e pode ser substituído por sucedâneos, volumosos e concentrados mais baratos.
Além da redução significativa no custo da alimentação das crias, a separação do bezerro permite também eliminar o macho do sistema, porque, se vendido na hora da desmama, normalmente não consegue pagar os 400 a 600 litros de leite que consumiu da mãe no período de lactação.
A perda de renda nas fazendas leiteiras brasileiras é considerável, pois num exercício simples de simulação, se estima que de 5 a 6 milhões de machos chamados leiteiros são alimentados com leite por ano, o que representa uma perda de receita para o setor leiteiro equivalente a pelo menos 2,5 bilhões de litros de leite no período. O aproveitamento desses animais para a produção de carne, se fosse viável, deveria ser baseado em aleitamento artificial com sucedâneos e desmama precoce, como ocorre em regiões desenvolvidas.
Os benefícios do aleitamento artificial aparecem também no início da vida, pois pesquisas revelaram que, deixados com as mães, 25% dos recém-nascidos não ingerem colostro nas primeiras 24 horas de vida, fato que prejudica a transferência de resistência para a cria, porque à medida que o tempo passa, ocorre perda de imunoglobulina no colostro (27% em 10 horas) e capacidade de absorção pelo intestino.
Nem sempre a quantidade recomendada de 3 litros de colostro de boa qualidade, nas primeiras 6 horas de vida ou 7 litros em 24 horas, é observada quando o bezerro permanece com a mãe. Além desses aspectos, se o bezerro consumir sujeira na tentativa de mamar será muito prejudicado pela ingestão de microorganismos patogênicos num momento da vida em que o intestino está “aberto” para absorção de moléculas protéicas maiores.
Por todos esses fatos, se recomenda, hoje, o fornecimento forçado de colostro logo após o nascimento e a manutenção de banco de colostro congelado de boa qualidade para garantir sobrevivência e bom desenvolvimento inicial do bezerro.
Vidal Pedroso de Faria é professor da Esalq-Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e membro do conselho editorial de Balde Branco.
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Danitiele (Formada em Zootecnia pela UNESP- Câmpus de Jaboticabal - Pós-Graduada em Segurança e Controle de Qualidade dos Alimentos - FAMERP)
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05:49
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
Pluviômetro Caseiro

Um instrumento fácil de fazer e que permite ao produtor saber quanto choveu em sua propriedade. É o pluviômetro, um aparelho muito utilizado em meteorologia. No mercado há vários modelos à venda, também por preços variados, mas é possível fazê-lo em casa, com materiais baratos e sem complicação.
O pluviômetro parte do princípio de que um litro de água em um recipiente de um metro quadrado de área provocará uma lâmina d'água de um milímetro de altura. Assim, concluí-se que qualquer que seja o tamanho da abertura do recipiente coletor (seja uma garrafa pet, tubo de PVC, uma lata ou outro vasilhame), a quantidade de água coletada será proporcional e a leitura em milímetros poderá ser direta. Cada milímetro de água no recipiente, portanto, equivale a um litro de chuva por metro quadrado (Figura 1).
O pluviômetro parte do princípio de que um litro de água em um recipiente de um metro quadrado de área provocará uma lâmina d'água de um milímetro de altura. Assim, concluí-se que qualquer que seja o tamanho da abertura do recipiente coletor (seja uma garrafa pet, tubo de PVC, uma lata ou outro vasilhame), a quantidade de água coletada será proporcional e a leitura em milímetros poderá ser direta. Cada milímetro de água no recipiente, portanto, equivale a um litro de chuva por metro quadrado (Figura 1).
Figura 1.O site "Sempre sustentável" (http://www.sempresustentavel.com.br/), de responsabilidade de Edison Urbano, oferece um modelo de pluviômetro caseiro simples e barato.

Para construir um pluviômetro caseiro, conforme a foto acima, você vai precisar de uma garrafa PET lisa, uma régua de plástico, uma fita adesiva larga e transparente, e um punhado de areia com cimento.
Primeiro corte a parte de cima da garrafa logo abaixo onde termina a curva, fazendo assim um funil.
Depois misture a areia com cimento e coloque um pouco de água, formando uma massa, sem deixar ficar muito aguado. Em seguida, coloque no fundo da garrafa até ficar levemente acima da linha entre a parte lisa e a curvatura da base. Dê várias batidinhas nas laterais da garrafa para assentar bem a massa. Quando ver que chegou na linha, jogue um pouquinho de cimento sobre a água que deve ter empoçado, dê mais algumas batidinhas e deixe secar por umas 12 horas. Posteriormente, verifique se a superfície do cimento ficou bem plana. Caso não tenha ficado, jogue um pouquinho de cimento com água para deixar a superfície bem plana. Deixe secar por uns dois ou três dias. Agora prenda a régua verticalmente e do lado de fora da garrafa com a fita adesiva, de maneira que o "zero" da régua fique exatamente rente a superfície do cimento. Coloque o funil na boca conforme a foto acima. Pronto, você já tem um pluviômetro caseiro.
Primeiro corte a parte de cima da garrafa logo abaixo onde termina a curva, fazendo assim um funil.
Depois misture a areia com cimento e coloque um pouco de água, formando uma massa, sem deixar ficar muito aguado. Em seguida, coloque no fundo da garrafa até ficar levemente acima da linha entre a parte lisa e a curvatura da base. Dê várias batidinhas nas laterais da garrafa para assentar bem a massa. Quando ver que chegou na linha, jogue um pouquinho de cimento sobre a água que deve ter empoçado, dê mais algumas batidinhas e deixe secar por umas 12 horas. Posteriormente, verifique se a superfície do cimento ficou bem plana. Caso não tenha ficado, jogue um pouquinho de cimento com água para deixar a superfície bem plana. Deixe secar por uns dois ou três dias. Agora prenda a régua verticalmente e do lado de fora da garrafa com a fita adesiva, de maneira que o "zero" da régua fique exatamente rente a superfície do cimento. Coloque o funil na boca conforme a foto acima. Pronto, você já tem um pluviômetro caseiro.
A condição ideal para instalar um pluviômetro é em campo aberto e pelo menos a 1,5m de altura. Veja exemplo na figura abaixo.

Obs: Esta reportagem foi publicada no jornal Diário da Região - AgroDiário - no dia 10/10/2010.
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Danitiele (Formada em Zootecnia pela UNESP- Câmpus de Jaboticabal - Pós-Graduada em Segurança e Controle de Qualidade dos Alimentos - FAMERP)
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05:51
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
EXPO RIO PRETO 2010
Expo Rio Preto 2010 acontece entre os dias 7 e 17 de outubro. Feira deve reunir mais de dois mil animais e aquecer a economia da região.A Expo Rio Preto 2010, maior feira agropecuária da região noroeste do Estado de São Paulo, acontece este ano entre os dias 7 e 17 de outubro no recinto de exposições Alberto Bertelli Lucatto. Esta edição da feira pretende aquecer a economia da região, que tem seu foco na agropecuária.
São esperados mais de dois mil animais. Durante os 10 dias de Expo Rio Preto serão realizados leilões de gado das melhores raças, entre elas, Nelore, Brahman, Angus, Girolando, Guzerá, Tabapuã e Canchim. Os muares, os cavalos Manga Larga e Lusitano também são presença confirmada no recinto.
O público poderá conferir ainda as provas do laço e de marcha . A programação da Expo 2010 inclui ainda palestras técnicas nas quais os interessados poderão se atualizar sobre o setor do agronegócio.
O presidente da Expo Rio Preto 2010, Moacyr Seródio, acredita que os números do ano passado serão superados. “A expo 2010 trará para Rio Preto os melhores animais e a certeza de bons negócios aos investidores”, afirma Moacyr que ocupa ainda o cargo de secretário municipal de Agricultura e Abastecimento.
No campo do entretenimento, atrações como Luan Santana, Exaltasamba, Restart, Cesar Menotti & Fabiano, Rionegro & Solimões, Padre Fábio de Melo, Gusttavo Lima, Humberto e Ronaldo e Latino prometem levar multidões ao evento.
Programação
Juntamente com a Expo Rio Preto, teremos o 5° Seminário de Agronegócios ( 8 a 15 de outubro) no Recinto de Exposições Alberto Bertelli Locatto
Palestras
08/10
- 08h45min - Credenciamento e café da manhã.
- 09h00min - Palestra - Controle você o futuro do seu empreendimento rural (Palestrante Profª Me. Miriam P. Bueno) - Titulação: Docente da FATEC Rio Preto e Mestrado em Agronegócios - UFMS.
- 14h00min - Palestra - Manejo pré-abate em frangos (Palestrante Prof Dr. Fábio R. Leonel) - Titulação: Docente da FATEC Rio Preto e Doutorado em Zootecnia - UNESP - Jaboticabal.
13/10
- 08h45min - Credenciamento e café da manhã.- 09h00min - Palestra Mercado da Borracha e perspectivas para a heveicultura.( Palestrante: Prof. Augusto Hauber Gameiro) - Titulação: Docente da USP e Diretor da APABOR.
- 14h00min - Palestra - Mercado e tendências na produção e comercialização de limão tahiti (Palestrante: Waldyr Sérgio Promicia) - Titulação Presidente da ABPEL e Diretor da Itacitrus.
-14h45min - Palestra - Mercado e tendências na produção e comercialização de laranja (Palestrante: Aparecido Donizete Marconato) - Titulação: Diretor da Bascitrus.
14/10
- 08h45min - Credenciamento e café da manhã.- 09h00min - Palestra - Caso de sucesso da Copercaiuá Carnes Nobres - novilho precoce - Umuarama - PR (Palestrante Vinicius de Oliveira Chimenes) - Titulação: Zootecnista UFPR e Especialista em Agronegócios ESALQ-USP.
- 14h00min - Palestra - Manejo de bovinos leiteiros em sistemas intensivos de produção (Palestrante Profª Me. Rafaela carareto) - Titulação: Docente da FATEC Rio Preto e Doutranda em Ciência Animal e Pastagens - ESALQ-USP.
- 14h45min - Palestra - Manejo reprodutivo de novilhas leiteiras (Profº Maurício Barros Fernandes, M.Sc.) - Titulação: Docente da UNIRP e Médico Veterinário responsável pela Fertvitro da UNIRP.
15/10
- 08h45min - Credenciamento e café da manhã.- 09h00min - Palestra - As perpectivas de viabilidade da cana de açucar para os pequenos e médicos fornecedores (Palestrante João Pedro Gumieri) - Titulação: Presidente Associação dos Fornecedores de Cana da Região de Catanduva.
- 14h00min - Palestra - Produzindo com eficiência na ovinocultura - caso de sucesso de produtores da região (Palestrante Alexandre Pinto César) - Titulação: Produtor e Presidente da Anpovinos.
- 14h45min - Palestra - Como comercializar bem com parcerias - caso de sucesso Fazenda Santo Antonio e Frigorífico VPJ (Palestrante Maria de Lourdes Aidar Coelho) - Titulação: Gerente da Fazenda Santo Antonio.
INSCRIÇÕES/ INFORMAÇÕES:
0800-570 0800

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Danitiele (Formada em Zootecnia pela UNESP- Câmpus de Jaboticabal - Pós-Graduada em Segurança e Controle de Qualidade dos Alimentos - FAMERP)
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04:56
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